O que dá para ver entre os dados

Todos nós estamos dispostos a abrir mão de uma parcela de nossa privacidade (rastros que deixamos quando navegamos pela Internet/Web), contra receber algum tipo de facilidade. Faz parte do jogo do mundo digital. Mas a coisa pode ir muito mais longe. Novas tecnologias permitem a coleta contínua de dados, em volumes enormes, de cuja análise podem ser tiradas diversas conclusões.
Ventila-se a possibilidade de que, a partir de milhares de horas de monitoramento de conversas de uma pessoa no telefone celular, gerem-se alguns tipos de padrões de fala, muito profundos e sofisticados, que permitiriam o diagnóstico precoce de Alzheimer e depressão, por exemplo.
Seria necessário a coleta de um número gigantesco de dados e um computador que aprendesse com este mundo de dados, e extrair os padrões em regime de normalidade, para depois detectar as alterações que seriam os indicadores para o diagnóstico precoce.
Soa muito fantasioso e pouco realista mas, é um dos campos de investimento da Fundação Bill e Melinda Gates.
Estaríamos dispostos a aceitar – definitivamente, o Grande Irmão contra receber o Grande Médico?

 

Olhando entre os dados_w21mercurion

 

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O conteúdo não é um ponto de partida mas um ponto de chegada.


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