O futuro da TV

Em 2014/2015 a audiência da TV paga/por assinatura dever?? superar a audiência da TV Globo (aqui no Brasil).
Como era de se esperar, e como aconteceu em países mais ricos, a TV não está morrendo, ela está se transformando: de comunicação de massa, para comunicação segmentada. Mas que mantém a mesma l??gica econ??mica onde a publicidade ?? a grande fonte de receita. consequência da constata????o de que os marqueteiros estáo muito mais propensos a pagar por consumidores, do que estes por conteúdo.
Agora, conteúdo de nicho, para nichos de consumidores.
Este movimento ?? no entanto apenas a ponta do iceberg. A grande modifica????o em direção ?? segmentação está se dando via uma multitude de canais, plataformas, modelos econômicos, para as diferentes interfaces: o aparelho de TV, o computador, o tablete, o smartphone.
O que tende a deixar a TV a cada dia com mais cara de Internet/Web.

Conheça e curta a página da W21Mercurion no Facebook, onde assuntos ou temas que fazem parte (direta ou indiretamente) das nossas atividades: tecnologia, Internet, design, arte, fotografia, mídias sociais, mobile, tendências e comportamentos são citados a partir de fontes da Internet para formar um corpo coerente. Diferentes tempos, diferentes temas, diferentes fontes, conversando sincronicamente, organizados de forma singular mas permitindo uma leitura plural. Quase uma revista é possivelmente o mesmo conceito.
O conteúdo não é um ponto de partida mas um ponto de chegada.

http://www.innovationexcellence.com/blog/2013/06/17/the-future-of-tv/

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O conteúdo não é um ponto de partida mas um ponto de chegada.

 


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Uma ideia sobre “O futuro da TV

  1. W21MercurionW21Mercurion

    Durante muito tempo as empresas de mídia como jornais e emissoras de TV detiveram (e combinaram) os 2 aspectos do ecossistema:
    Рgera̤̣o de conte̼do
    Рdistribui̤̣o deste conte̼do
    Atualmente as mais poderosas plataformas para a distribuição de conteúdos (e possivelmente para fazer dinheiro em cima disto), não são mais o papel, o tubo de TV ou os cabos coaxiais, e nem são mais de propriedade de famílias tradicionais, igrejas, ou de concessões duvidosas do Estado para laranjas indicados por políticos, mas empresas como o Twitter, YouTube ou Facebook.
    Resta no entanto saber, quem vai produzir o conteúdo.

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