Sapias, vina liques, spacio brevi (Sê sábio, bebe vinho, espera pouco)

A reputação dos vinhos, historicamente, é construída ao longo do tempo.
Vinhos bons e reputados, sempre foram caros e acessíveis apenas pelos mais ricos.
A consequência disto é que os rótulos dos vinhos têm uma linguagem que remete ao antigo, ao raro. Um estilo que lembra os séculos XVIII e XIX. Que reforça o conceito de antigo, caro e nobre. Não é por acaso que a sede do produtor chama-se château (castelo).
Recentemente, com novos modos de produção, em países distintos, os vinhos ganharam em modernidade, volume de produção e marketing, mas principalmente, uma concorrência global e acirrada. Abrindo espaço para um novo tipo de linguagem visual, que pelos rótulos, busca posicioná-los de maneira distinta da mesmice histórica.
Claro está que a qualidade da embalagem não necessariamente reflete a qualidade do conteúdo. O conteúdo das garrafas.

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O conteúdo não é um ponto de partida mas um ponto de chegada.


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