A informação não quer ser grátis/livre.

A arte de entretenimento foi do folk (arte popular, amadora) à indústria cultural (broacasting) e desta à comunicação em rede, onde quem gosta: compartilha. Para milhares.
Possível porquê Internet/Web libertou os conteúdos dos seus suportes materiais: o CD, o cassete, o papel.
Compartilhar é um ato de produção cultural.
Mais:
Bens materiais são diferentes de bens imateriais.
Conteúdos são bens imateriais, onde, com a Internet/Web:
Рcopiar ṇo altera o original
Рo custo marginal de reprodṳ̣o ̩ zero
Bens imateriais (conteúdos) não sofrem escassez: podem ser copiados e reproduzidos infinitamente.
Isto afeta dramaticamente o modelo de negócio da indústria de conteúdo: música, jornalismo, fotografia, cinema, livros.
Dilema para quem vive disto. Mas inevitável tecnologicamente.

http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,a-informacao-nao-quer-ser-gratis-imp-,1600427

 

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Conheça e curta a página da W21Mercurion no Facebook, onde assuntos ou temas que fazem parte (direta ou indiretamente) das nossas atividades: tecnologia, Internet, design, arte, fotografia, mídias sociais, mobile, tendências e comportamentos são citados a partir de fontes da Internet para formar um corpo coerente. Diferentes tempos, diferentes temas, diferentes fontes, conversando sincronicamente, organizados de forma singular mas permitindo uma leitura plural. Quase uma revista é possivelmente o mesmo conceito.
O conteúdo não é um ponto de partida mas um ponto de chegada.

 

 


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