Arquivo mensais:abril 2015

Bisav√ī e bisav√≥

Australopithecus Afarensis – Viveu de 3,9 milh√Ķes a 2,9 milh√Ķes de anos atr√°s. √Č o famoso f√≥ssil Lucy, descoberto em 1974, na Eti√≥pia.

Australopithecus Afarensis - W21mercurion

 

 

 

 

http://ciencia.estadao.com.br/noticias/geral,brasileiro-reconstroi-em-3d-os-rostos-de-15-especies-de-hominideos,1664609

 

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O conte√ļdo n√£o √© um ponto de partida mas um ponto de chegada.


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O que dizem estas imagens, sobre a mulher

100 anos de uso da imagem da mulher branca pela publicidade americana.
A mensagem publicitária sem o componente linguístico.
O que dizem estas imagens, sobre a mulher?
A cultura n√£o √© um sistema imotivado de significa√ß√Ķes.
De significa√ß√Ķes e comunica√ß√Ķes.
A significação depende tanto do emissor da comunicação, como do arsenal de leitura do receptor. Suas reservas (bancárias) de leitura.
Tudo, afinal, tem em maior ou menor grau, muitos sentidos.
Indo: do subjetivo ao social.
Do social ao subjetivo.
√Č como damos sentido √†s coisas.
O que dizem estas imagens, sobre a mulher?

Hank Willis Thomas
Jack Shainman Gallery – NY

1944

1944

 

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Notícias do mês de maio (4)

2015 – 100 anos de Cort√°zar
Ultimo Round – 1969

Amemos_w21mercurion

Ouça, amor, ouve o barulho da rua,
……..
o ritmo, mais uma vez, √© a √ļnica passagem:
Rodin, Uccello, Cohn-Bendit, Nanterre,

 

….a voz de Elena Burke

e Catherine Sauvage,

……
e Saint-John Perse e Vargas Llosa e Losey

entre Thelonius Monk

e José Antonio Méndez,

Mao_w21mercurion

 

o ritmo da noite na voz de Marcuse,
o barulho da rua, Levi-Strauss, Yevtushenko,
os nomes dos queridinhos mudam como os dias,
hoje é Jean-Luc Godard e amanhã Polanski,

 

proibido_proibir_w21mercurion

 

 

 

 

os estudantes correm ao assalto do tempo
sob o cassetete de botas
e nada pode contra teu ritmo de “trigales”


e nada pode contra o teu sorriso, oh meu amor!
que se aniquila nas bombas de gás lacrimogênio.

esquerda_prehistorica_w21mercurion

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Alexander Calder

Possivelmente o mais l√ļdico dos artistas do s√©culo XX.
Duchamp+Mondrian –¬†importantes artistas da primeira metade do s√©culo passado e influ√™ncias n√≠tidas em Calder.
Mobile: a brincadeira, o cinético, o rigor, o fora de contexto.

Alexander Calder_w21mercurion

 

 

 

 

 

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A fotografia e o que ela revela

Fotografias abstratas

Autorretratos de Akihiko Miyoshi que subvertem a fotografia na medida em que n√£o explicitam nem a imobilidade, nem o congelamento do tempo.
A fotografia revela algumas coisas e encobre outras. Frequentemente encobre quem fotografa.
Não é o caso. Autorretratos?

Akihiko Miyoshi_w21mercurion

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Meu olhar sobre a América

Clarrissa Bonet √© uma fot√≥grafa americana na tradi√ß√£o (americana) dos fot√≥grafos de rua que tomam a paisagem americana como modelo. Com um certo olhar cr√≠tico/deslumbrado sobre o lado POP da cultura/paisagem da Am√©rica. Longe da est√©tica dos est√ļdios, ela no entanto capricha nos √Ęngulos, no contraste das cores, no claro/escuro.

Curadoria: Juxtapoz

jux_clarissa_bonet_w21mercurion

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Walker Evans

O documental, objetivo, detalhista Walker Evans. Um dos vários fotógrafos que tiraram a fotografia do falso caminho das belas-artes, para o caminho da sua materialidade: imobilidade e tempo.

Flórida - 1935

Flórida Р1935

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O que dizem estas imagens, sobre a mulher

100 anos de uso da imagem da mulher branca pela publicidade americana.
A mensagem publicitária sem o componente linguístico.
O que dizem estas imagens, sobre a mulher?
A cultura n√£o √© um sistema imotivado de significa√ß√Ķes.
De significa√ß√Ķes e comunica√ß√Ķes.
A significação depende tanto do emissor da comunicação, como do arsenal de leitura do receptor. Suas reservas (bancárias) de leitura.
Tudo, afinal, tem em maior ou menor grau, muitos sentidos.
Indo: do subjetivo ao social.
Do social ao subjetivo.
√Č como damos sentido √†s coisas.
O que dizem estas imagens, sobre a mulher?

Hank Willis Thomas
Jack Shainman Gallery – NY

1933

1933

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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País chamado Alechinsky

100 anos de Cort√°zar

√öltimo Round ‚Äď 1969

ant hill_pierre alechinsky_w21mercurion

Ele não sabe que nós gostamos de errar por suas pinturas, que há muito nos aventuramos em seus desenhos e gravuras, examinando cada curva e cada labirinto com um cuidado sigiloso, com um interminável apalpar de antenas. Talvez seja a hora de explicar por que renunciamos durante longas horas, às vezes toda uma noite, ao nosso destino de formigas famintas, às intermináveis filas indo e vindo com pedacinhos de grama, fragmentos de pão, insetos mortos, por que há muito esperamos ansiosas que a sombra caia sobre museus, galerias e ateliês (o seu em Bougival, onde temos como a capital do nosso reino) para deixar as tarefas tediosas e ascender aos recintos onde nos esperam os jogos, entrar nos lisos palácios retangulares que se abrem à festança.

H√° anos, em um desses pa√≠ses que os homens montam e nomeiam para o nosso internacional central-park-1965_alechinsky_w21mercurionregozijo, uma de n√≥s erroneamente escalou um sapato; o sapato se p√īs a andar e entrou numa casa: e a√≠ descobrimos o nosso tesouro, as paredes cobertas de cidades maravilhosas, as paisagens privilegiadas, a vegeta√ß√£o e as criaturas que nunca se repetem. Em nossos anais mais secretos consta o relato do primeiro encontro: a exploradora levou uma noite inteira para encontrar a sa√≠da de um pequeno quadro em que os caminhos se emaranhavam e se contradiziam como um ato de amor intermin√°vel, uma melodia recorrente dobrando e desdobrando a fuma√ßa de um cigarro que passando pelos dedos de uma m√£o para abrir-se em uma cabeleira cheia de trens que entrava numa esta√ß√£o de uma boca aberta contra um horizonte de lesmas e cascas de laranja. Seu relato nos comoveu, nos mudou, fez de n√≥s um povo veemente de liberdade. Decidimos reduzir para sempre o nosso hor√°rio de trabalho (tivemos que matar alguns chefes para isso) e dar a conhecer √† nossas irm√£s onde estivessem – que √© por toda parte – as chaves para acessar o nosso jovem para√≠so. Emiss√°rias providas de pequenas reprodu√ß√Ķes e desenhos empreenderam longas viagens para levar a boa nova; exploradoras obstinadas localizaram pouco a pouco museus e casar√Ķes que guardam os territ√≥rios de tela e papel que amamos tanto. Agora sabemos que os homens t√™m cat√°logos desses territ√≥rios, mas o nosso √© um atlas de p√°ginas espalhadas que ao mesmo tempo descrevem e s√£o o nosso mundo elegido; e disto falamos aqui, de atlas vertiginosos e de b√ļssolas de tinta, do encontro ¬†com a cor do cruzamento de linhas, encontros terr√≠veis e alegr√≠ssimos, de jogos infinitos.

la-cantatrice_pierre alechinsky_w21mercurion

Se no come√ßo, muito acostumadas ao nosso triste viver em duas dimens√Ķes, fic√°vamos na superf√≠cie e nos bastava a delicia de nos perdermos e nos encontrarmos e nos reconhecermos no fim das formas e dos caminhos, logo aprendemos a mergulhar nas apar√™ncias, nos metermos por baixo de um verde para descobrir um azul, um coroinha, uma cruz de pimenta ou um carnaval de aldeia; as √°reas sombrias, por exemplo, os lagos chineses que evit√°vamos em princ√≠pio porque nos enchia de medrosas d√ļvidas, se tornaram espeleologias onde todo o medo de cair cedia ao prazer de passar de uma penumbra a outra, de entrar na luxuosa guerra do negro contra o branco, e nas que cheg√°vamos ao mais fundo descobr√≠amos o segredo: s√≥ por debaixo, por dentro, se decifram as superf√≠cies. Compreendemos que a m√£o que havia tra√ßado essas figuras e estes rumos com os quais t√≠nhamos alian√ßa, era tamb√©m uma m√£o que saia de dentro para o ar enganoso do papel; seu tempo real se situava do outro lado do espa√ßo de fora que prismava a luz dos √≥leos ou enchia de l√°grimas de s√©pia as gravuras. Entrar em nossas cidadelas noturnas deixou de ser uma visita em grupo que um guia comenta e estraga; agora eram nossas, agora viv√≠amos nelas, agora nos am√°vamos em seus aposentos e beb√≠amos hidromel da lua em terra√ßos habitados por uma multid√£o t√£o ansiosa e espasm√≥dica como n√≥s, estatuetas e monstros e animais enredados na mesma ocupa√ß√£o de territ√≥rio e que nos aceitavam sem suspeita como se f√īramos formigas pintadas, o desenho movente da tinta em ¬†liberdade.Alechinsky_DameTard_w21mercurion Ele n√£o sabe, a noite dorme ou a sai com os amigos ou fuma lendo e ouvindo m√ļsica, essas atividades tolas que n√£o nos dizem respeito. Quando de manh√£ chega de volta ao ateli√™, quando os seguran√ßas come√ßaram a ronda nos museus, quando os primeiros aficionados entram nas galerias de pintura, n√≥s j√° n√£o estamos mais l√°, o ciclo do sol nos devolveu a nossos formigueiros. Mas furtivamente gostar√≠amos de dizer-lhes que retornaremos com as sombras, escalaremos heras e ‚Äč‚Äčjanelas e incont√°veis paredes para alcan√ßar as muralhas de carvalho ou de pinho por de tr√°s das quais nos espera, tenso em seu semblante, o nosso reino de cada noite. Cremos que, se alguma vez, com a lanterna na m√£o, a ins√īnia o traz para algumas de suas pinturas ou desenhos, veremos sem temor seu pijama que imaginamos listrado de preto e branco, e que ele se detenha interrogante, ironicamente divertido, observando-nos longamente. alechinsky2_w21mercurionTalvez demore em nos descobrir, porque as linhas e as cores que ele colocou l√° se movimentam e tremem e v√£o e vem como n√≥s, e nesse tr√°fego que explica o nosso amor e nossa confian√ßa talvez pudesse, por acaso, passar-nos despercebidas; mas sabemos que nada escapa de seus olhos, e que vai rir, e que nos tratar√° de aturdidas porque alguma corrida impensada est√° alterando o ritmo do desenho ou introduz o esc√Ęndalo numa constela√ß√£o de signos. O que poder√≠amos dizer em nossa defesa? O que podem as formigas contra um homem de pijama?

alechensky_w21mercurion


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Bisav√ī e bisav√≥

Ardipithecus ramidus – Viveu de 4,5 milh√Ķes a 4,2 milh√Ķes de anos atr√°s. Descoberto em 1992, na Etiopia.

http://ciencia.estadao.com.br/noticias/geral,brasileiro-reconstroi-em-3d-os-rostos-de-15-especies-de-hominideos,1664609

 

Ardipithecus ramidus - Viveu de 4,5 milhoes a 4,2 milhoes de anos atras. Descoberto em 1992, na Etiopia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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