O futuro √© um incomodo nestas elei√ß√Ķes de 2018

 

   
Porque
o futuro é uma  inovação, logo vem do futuro.
Precisa ser          imaginado
                             pensado
                             prototipado
                             testado
                             revisto
                             implementado
                             experimentado.
Precisa de condi√ß√Ķes e ambiente favor√°veis para acontecer.
O futuro é uma construção.
Uma construção necessariamente
                             disruptiva. Se não, não seria futuro.
O futuro precisa de um mínimo de con(bom)senso.
Como tudo que rompe com o passado (e o presente) gera perdedores e ganhadores.
Os perdedores lamentam o futuro. Protestam. O denigrem.
Os ganhadores celebram.
Mas, sempre, de alguma forma, o futuro é
                             inevitável.
Em sendo inevitável, é de bom senso que o futuro seja cuidado, para
maximizar ganhadores e                                                                                                              minimizar perdedores.
De qualquer forma, é pouquíssimo provável se construir futuros com ideias do passado.

 

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Postado em Comportamento, Cultura, Economia, Inovação em .

"Kurt
Kurt Schwitters – 1920.

 

A jornada de um jornal
Um senhor toma um bonde depois de comprar um
jornal
e colocá-lo em baixo do braço.
Meia hora mais tarde desce com o mesmo
jornal
em baixo do mesmo braço.
Mas já não é o mesmo
jornal,
agora é um monte de
folhas impressas
que o senhor abandona em um banco de praça.
Tão logo só no banco da praça o monte de
folhas impressas
se converte novamente em
jornal,
até que um rapaz o veja,
o leia, o deixe convertido num monte de
folhas impressas.
Tão logo só no banco da praça o monte de
folhas impressas
se converte novamente em
jornal,
até que uma senhora o
encontre, o leia, e o deixe convertido em um monte de
folhas impressas.
Mas
ela o leva para a sua casa e no caminho o usa para empacotar meio quilo de acelga,
que é para que servem os
jornais
depois destas excitantes metamorfoses.

FIM.

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A traição das imagens: isto não é um cachimbo

magritte-this-is-not-a-pipe-1928-29

A trai√ß√£o das imagens: isto n√£o √© um cachimbo (Ren√© Magritte ‚Äď 1928/1929)

Sobre a decrepitude ética: a verdade verdadeira é a minha verdade

N√£o existe sentido l√≥gico numa discuss√£o intelectual s√©ria quando os lados t√™m certezas. √Č da racionalidade da discuss√£o intelectual render-se a argumentos v√°lidos, e revisarem-se conceitos e posi√ß√Ķes.
Quanto mais militantes as pessoas s√£o, independentemente do espectro ideol√≥gico ou filos√≥fico, ao que parece, mais enviesada √© a leitura da realidade em favor de posi√ß√Ķes defendidas. Acredita-se no que conv√©m. Ou na melhor das melhores hip√≥teses: na cren√ßa nas suas cren√ßas.
Nossa irremedi√°vel condi√ß√£o de int√©rpretes (vida e mundo como discurso) faz com que escolhamos o significado dos fatos que conv√©m √†s nossas convic√ß√Ķes. Em busca de conforto intelectual.
Uma pós-inteligência.

Fi√©is √† ‚Äúf√©‚ÄĚ e infi√©is aos fatos:
militantes
militantos
militontos.

A ret√≥rica persuasiva se sobrep√Ķe ao m√≠nimo denominador comum do que seria a verdade dos fatos, fazendo da mentira (ou das mitologias convenientes), a din√Ęmica social.
Se embebedando de uma retórica emocional, deformada e manipulada.
Amplificando a onda de irracionalidade.
Tudo sem a menor culpa.
Numa nova face da barb√°rie.
Que, no entanto, n√£o √© sequer nova: ‚ÄúPara homens que t√™m almas b√°rbaras, olhos e ouvidos s√£o m√°s testemunhas‚ÄĚ ‚Äď Her√°clito de √Čfeso: 500 AC)

 

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A preservação das lembranças РCortázar para se ler no celular

blue-orange-red_1961

Os famas para preservar suas lembranças, as embalsamam da seguinte forma: logo que fixada a lembrança com todos os detalhes, as envolvem da cabeça aos pés com uma manta preta e as colocam contra a parede da sala com uma etiqueta: Excursão à Quilmes ou: Frank Sinatra.

Já os cronópios, seres calorosos e desorganizados, deixam as lembranças soltas pela casa, em constante algazarra, e andam no meio delas e quando uma passa correndo, a acariciam com suavidade e dizem: Não vá se machucar! e também: Cuidado com a escada!

√Č por isso que as casas dos famas s√£o arrumadas e silenciosas enquanto as dos cron√≥pios s√£o uma bagun√ßa com portas batendo.

Os vizinhos sempre se queixam dos cronópios e os famas, balançando a cabeça compreensivamente, vão verificar se as etiquetas (de suas lembranças) estão nos seus respectivos lugares.

(Imagem: Mark Rohtko – 1961)

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Cort√°zar para se ler no celular

condor 2

Condor e Cronópio

Um condor cai com um raio sobre um cron√≥pio que passa por Tinogasta, o encurrala contra a parede de granito, e diz com petul√Ęncia, a saber:

Condor. ‚ÄĒ Atreve-se a dizer que n√£o sou belo?

Cron√≥pio. ‚ÄĒ Voc√™ √© o p√°ssaro mais bonito de j√° vi.

Condor. ‚ÄĒMais.

Cron√≥pio. ‚ÄĒ Voc√™ √© mais bonito que a ave do para√≠so.

Condor. ‚ÄĒ Atreve-se a dizer que n√£o voo alto?

Cron√≥pio. ‚ÄĒ Voc√™ voa a alturas vertiginosas, e √© completamente supers√īnico e estratosf√©rico.

Condor. ‚ÄĒ Atreve-se a dizer que cheiro mal?

Cron√≥pio. ‚ÄĒ Cheira melhor que um litro inteiro da col√īnia Jean-Marie Farina.

Condor. ‚ÄĒ Que merda, cara! Voc√™ n√£o deixa nenhum espa√ßo para a rapinagem do Condor.

Victor Delfin-Red Inca Condor

Victor Delfin-Red Inca Condor

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Revisitando Dr. Mill√īr – Psicanalista

Phobia
é
um medo
com
PhB

 

psicanalista

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H√° 9.500 anos ele era venerado

        Quem era ele? Isto ninguém sabe.

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        Mas como era ele, agora j√° se sabe.

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http://news.nationalgeographic.com/2017/01/jericho-skull-neolithic-facial-reconstruction-archaeology-british-museum/

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Amor 77 – Cort√°zar para se ler no celular

joseph albers_homage to the square1

Joseph Albers – Homenagem ao Quadrado

 

Amor 77

E depois de fazer tudo o que fazem, se levantam, se banham, se entalcam, se perfumam e, assim progressivamente, v√£o voltando a ser o que n√£o s√£o.

Fim

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Joseph Albers – Homenagem ao Quadrado

 

 

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Tina Modotti

O mastod√īntico Diego Rivera e a pomba Frida Kahlo (ou seria o contr√°rio?) pelas lentes e olhos da ¬†fot√≥grafa e ativista italo-americana-mexicana Tina Modotti.

tina modoti_frida e diego

O que esta fotografia nos diz do ativismo político de Tina Modotti ou sobre Diego Rivera ou Frida Kahlo? Nada ou quase nada. A fotografia é apenas imobilidade e tempo.

 

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Os menires de Carnac: possivelmente a primeira obra (conhecida) da arquitetura humana

menires_carnac

Podem ter até 6.000 anos

Carnac-Alignement_de_Kermario

 

 

 

 

 

 

 

 

 

http://www.lefigaro.fr/culture/2016/12/15/03004-20161215ARTFIG00230-les-menhirs-de-carnac-bientot-au-patrimoine-mondial-de-l-unesco.php?utm_campaign=Echobox&utm_medium=Social&utm_source=Facebook#link_time=1481819433

 

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