Arquivos da categoria: Jornalismo

“Nunca se leu tanto jornal, hoje as pessoas leem jornal o dia todo.”

Mesmo que a divulgação de notícias e informações migrem para as redes sociais, como está efetivamente acontecendo, por meio de curadoria, agregação dos conteúdos, ou editorias, resta a saber quem vai pagar pela geração das informações originais, e como. Aquelas que serão divulgadas – posteriormente, pelos mecanismos sociais. Mais ou menos como estamos fazendo aqui, neste blog, meio revista que se propaga via Facebook e Twitter.
Veja a notícia, do jornal, abaixo:
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,meio-digital-amplia-audiencia-dos-jornais,1775863
Hoje, Google, Yahoo, Facebook e Microsoft (as grandes paltaformas que controlam a Internet/Web) ficam com o grosso das receitas publicitárias. Pouco vai para as empresas de jornalismo que ainda dependem das receitas off-line para gerar as notícias e seu contexto. E quando estas desaparecerem (as receitas)?

imprensa no lixo

Conheça e curta a página da W21Mercurion no Facebook, onde assuntos ou temas que fazem parte (direta ou indiretamente) das nossas atividades: tecnologia, Internet, design, arte, fotografia, mídias sociais, mobile, tendências e comportamentos são citados a partir de fontes da Internet para formar um corpo coerente. Diferentes tempos, diferentes temas, diferentes fontes, conversando sincronicamente, organizados de forma singular mas permitindo uma leitura plural. Quase uma revista é possivelmente o mesmo conceito.
O conteúdo não é um ponto de partida mas um ponto de chegada.

 


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Aero Willys 2600

Depois do Bi (no futebol) tudo era euforia em 1962, embora Jango não governasse devido a minoria no Congresso. Logo viria a crise dos mísseis e a exacerbação da Guerra Fria.
Como consequência dos fatores externos e internos, em menos de 2 anos, o Golpe de 64. E 20 anos de Ditadura.
Na “ingenuidade” da foto jornalística a “mitologização” dos temas nacionais: futebol, mulher e a ascensão social (mesmo que pelo esporte).

PeleMissJofre_580

Curadoria de fotografia: Arquivo Estadão

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A informação não quer ser grátis/livre.

A arte de entretenimento foi do folk (arte popular, amadora) à indústria cultural (broacasting) e desta à comunicação em rede, onde quem gosta: compartilha. Para milhares.
Possível porquê Internet/Web libertou os conteúdos dos seus suportes materiais: o CD, o cassete, o papel.
Compartilhar é um ato de produção cultural.
Mais:
Bens materiais são diferentes de bens imateriais.
Conteúdos são bens imateriais, onde, com a Internet/Web:
Рcopiar ṇo altera o original
Рo custo marginal de reprodṳ̣o ̩ zero
Bens imateriais (conteúdos) não sofrem escassez: podem ser copiados e reproduzidos infinitamente.
Isto afeta dramaticamente o modelo de negócio da indústria de conteúdo: música, jornalismo, fotografia, cinema, livros.
Dilema para quem vive disto. Mas inevitável tecnologicamente.

http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,a-informacao-nao-quer-ser-gratis-imp-,1600427

 

a informa????o_w21mercurion

 

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O conteúdo não é um ponto de partida mas um ponto de chegada.

 

 


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Visite e “curta” o blog da W21Mercurion

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O conteúdo não é um ponto de partida mas um ponto de chegada.

toda censura e burra_w21mercurion

Viste e “curta” o blog da W21Mercurion

Assuntos ou temas que fazem parte (direta ou indiretamente) das nossas atividades: tecnologia, Internet, design, mídias sociais, mobile, tendências e comportamentos são citados a partir de fontes da Internet para formar um corpo coerente. Diferentes tempos, diferentes temas, diferentes fontes, conversando sincronicamente, organizados de forma singular mas permitindo uma leitura plural. Quase uma revista é possivelmente o mesmo conceito.
O conteúdo não é um ponto de partida mas um ponto de chegada.

o piro cego e o que nao quer ver

Crimeia: a primeira foto-reportagem

Roger Fanton Рingl̻s.
Imagens da Guerra da Crimeia – 1855
A primeiras imagens fotográficas de uma guerra que foram divulgadas pela imprensa. Não contém imagens da guerra, não havia tecnologia na época para isso. Mas apenas de seus personagens. Todos parecendo tão vivos, e mortos há muito mais de um século.
A mesma Crimeia que volta a ser manchete dos jornais em 2014, como ponto de tensão.
160 anos depois, ao vivo – pela Internet/Web.

Roger_Fenton_w21mercurion

 

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O conteúdo não é um ponto de partida mas um ponto de chegada


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O falso como verdadeiro na Internet/Web – um destino?

De 1950 até hoje, a população dos EUA dobrou de tamanho e viu sua economia crescer 7 vezes. A receita dos jornais, neste mesmo período, retornou aos mesmos níveis de 1950. O grosso da queda ocorreu nos últimos 5 anos. Desde o advento da Internet/Web e das redes sociais, como mídia, ou pelo menos, como plataforma da comunicação. Isto quebra fundamentalmente 2 coisas:
1. A amarração que sustentava o modelo de negócio da Grande Imprensa: o conteúdo aliado ao suporte físico que garantia a distribuição ( o papel impresso );
2. O modelo centralizado de definição de como e qual informações seria veiculada.
A Internet/Web e as redes sociais, permitem que um conteúdo seja reproduzido infinitamente e distribuído por qualquer um, a qualquer hora. Levando a segmentação do conteúdo a níveis nunca antes imaginados. Em tese, você recebe o conteúdo que você quer, selecionado e recomendado por alguém em quem você confia.
Em tese, porque na prática, ainda, recebemos um conteúdo sem procedência, descontextualizado, de pessoas não qualificadas para tanto. A qualificação do conteúdo, e sua contextualização, ainda é a função da Imprensa, que pelo visto, não terá receita para continuar exercendo este papel.

o falso na Internet_w21mercurion

 

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Ladeira a baixo

De 1950 Até hoje, a população dos EUA dobrou de tamanho e viu sua economia crescer 7 vezes. A receita dos jornais, neste mesmo período, retornou aos mesmos níveis de 1950. O grosso da queda ocorreu nos últimos 5 anos. Desde o advento da Internet/Web e das redes sociais, como mídia, ou pelo menos, como plataforma da comunicação. Isto quebra fundamentalmente 2 coisas:
1. A amarração que sustentava o modelo de negócio da Grande Imprensa: o conteúdo aliado ao suporte físico que garantia a distribuição ( o papel impresso );
2. O modelo centralizado de definição de como e qual informações seria veiculada.
A Internet/Web e as redes sociais, permitem que um conteúdo seja reproduzido infinitamente e distribuído por qualquer um, a qualquer hora. Levando a segmentação do conteúdo a níveis nunca antes imaginados. Em tese, você recebe o conteúdo que você quer, selecionado e recomendado por alguém em quem você confia.
Em tese, porque na prática, ainda, recebemos um conteúdo sem procedência, descontextualizado, de pessoas não qualificadas para tanto. A qualificação do conteúdo, e sua contextualização, ainda ?? a função da Imprensa, que pelo visto, não terá receita para continuar exercendo este papel.

http://www.slate.com/blogs/moneybox/2014/04/28/decline_of_newspapers_hits_a_milestone_print_revenue_is_lowest_since_1950.html

Jornal impresso_w21mercurion

 

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Fotos da era do jazz

Com o clima e o estilo dos anos 50. Anos clássicos, para a fotografia de imprensa.

Ella Fritzgerald, Duke Ellington, Benny Goodman by Herman Leonard

Ella Fritzgerald, Duke Ellington, Benny Goodman by Herman Leonard


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Quem vai dar a notícia? E qual notícia?

Mesmo que a divulgação de notícias e informações migrem para as redes sociais, como está acontecendo, por meio de curadoria, agregação dos conteúdos, ou editorias, resta a saber quem vai pagar pela geração das informações originais, e como. Aquelas que serão divulgadas – posteriormente, pelos mecanismos sociais. Mais ou menos como estamos fazendo aqui, neste blog, meio revista que se propaga via Facebook e Twitter.
Hoje, Google, Yahoo, Facebook e Microsoft ficam com o grosso das receitas publicitárias. Pouco vai para as empresas de jornalismo que ainda dependem das receitas off-line para gerar as notícias e seu contexto. E quando estas desaparecerem (as receitas)?

quem vai dar a not??cia_w21mercurion

 

 

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