Arquivos da categoria: Poesia Visual

Não se deixe – Cortázar para se ler no celular

2015 – 100 anos de Cortázar
Ultimo Round – 1969

Não me vendo Augusto de Campos

Não me vendo
Augusto de Campos

É obvio que tentarão comprar todo poeta ou narrador de ideologia cuja literatura influencie as perspectivas do seu tempo; não é menos óbvio que é do escritor, e só dele, que depende de que isto não aconteça.

Por outro lado, será mais difícil e penoso impedir que seus correligionários e leitores (nem sempre são os mesmos), o submetam a toda a gama de extorsões emocionais e políticas para força-lo gentilmente a meter-se cada vez mais nas formas públicas e espetaculares “do seu compromisso”. Chegará um dia em que, mais do que livros, se reclamarão discursos, palestras, assinaturas, cartas abertas, debates, participação em congressos, política.

E assim, este equilíbrio delicado e preciso que permite seguir criando a sua obra, que alça voo, sem converter-se em monstro sagrado, ou o herói que exibem nas feiras da história cotidiana, torna-se o combate mais duro a que tem que se livrar o poeta ou narrador, para continuar a cumprir o seu compromisso, onde tem a sua razão de ser, de onde brota a sua folhagem.

Amarga e necessária moral: Não se deixe comprar, garoto, tão pouco vender.

 

Não me vendo Augusto de Campos

Não me vendo
Augusto de Campos

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O conteúdo não é um ponto de partida mas um ponto de chegada.

 

 

 

 

 

 


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Tolicionário ou estupiditeca

Psiu - 1965 Augusto de  Campos

Psiu – 1965
Augusto de
Campos

“Rock and Roll” e poesia concreta são aspectos de um mesmo fenômeno: o de uma juventude  desorientada. Mário Newton Filho – Diário de Notícias. (17-3-1957).

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Femme

Concretismo – Fase I

femme pignatari

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Poesia visual

Augusto de Campos

Augusto de Campos

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Outro

Depois de um silêncio de 12 anos, Augusto de Campos vai lançar um volume inédito de poesia. Outro, com texto, capa, projeto e execução gráfica dele mesmo, está no prelo da Perspectiva e deve ficar pronto em cerca de três semanas. São 120 páginas de poemas visuais e indicações de clip-poemas – para serem vistos na internet. No prefácio, que o poeta, ensaísta e tradutor chamou de Outronão, ele relembra sua última coletânea de inéditos, Não, diz que, como Marianne Moore, não gosta de poesia, embora só saiba fazer isso, e escreve: “E é com este Outro, que pode ser também o último bônus de meu trabalho poético, que ouso ex-pôr estes novos poemas. Sobrevivente, para o bem ou para o mal, não posso deixar de completar o que comecei, o quanto me for possível”.

Curadoria: Estadão

http://cultura.estadao.com.br/blogs/babel/augusto-de-campos-apresenta-poemas-ineditos-em-outro/

Ps que falam_augusto de campos

 

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Como ver um quadro.

Para o público em geral: para a maioria das pessoas, a estética não é uma coisa importante.

Acontece que para se apreciar as coisas esteticamente é preciso entender de estética, porque é isso que se está fazendo quando se olha para um quadro. Você o está recriando. Se você é esteticamente informado, recria esse quadro.

O mesmo acontece para o design, escultura, cinema, história em quadrinhos, e tudo o mais onde a linguagem tem pretensão de ser arte. E se você pretende perceber tudo isto como arte. Para tanto, não precisa estudar ou ir a escola, basta se informar adequadamente. A Internet/Web pode ser uma boa fonte.

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toda censura e burra_w21mercurion

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o piro cego e o que nao quer ver

Lothar Charoux by Augusto de Campos

augusto de campos_lothar charoux_w21mercurion


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Contraquotidiano

Novo no velho_w21mercurion
Nós contemporâneos vemos a arte como uma coisa importante. O relacionamento com a poesia, teatro, pintura, dança, música, cinema, escultura, literatura, nos faz mais próximo do entendimento do sentido da vida.
Nos tira das coisas pequenas do dia a dia: a falta de dinheiro, a falta de tempo, a falta de reconhecimento, a falta de perspectivas.

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dia

Desautomatizar a vida.
Abrir uma brecha (um sentido) para se olhar mais longe. Uma noção de propósito. De transcendência.
Como também nos dão os filhos. As crianças. Os sonhos.


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