Arquivos da categoria: Tecnologia

H√° 9.500 anos ele era venerado

        Quem era ele? Isto ninguém sabe.

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        Mas como era ele, agora j√° se sabe.

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http://news.nationalgeographic.com/2017/01/jericho-skull-neolithic-facial-reconstruction-archaeology-british-museum/

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A internet livre e neutra

A internet √© a mais importante infraestrutura j√° constru√≠da pela humanidade. √Č a infraestrutura das infraestruturas atuais. Todas as demais, em maior ou menor grau, dependem dela.
Mas ela s√≥ tem valor quando compartilhada. O compartilhar, a troca de informa√ß√Ķes, coloca a quest√£o do controle e das restri√ß√Ķes ao livre fluxo dos dados.
Fica o débil fio-de-navalha entre o que pode e o que não pode. Entre o que deve (trafegar) e o que não deve.
Entre crime e liberdade.

http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,uma-rede–um-futuro,10000000792

Neutralidade-de-rede-Marco-Civil

 

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O conte√ļdo n√£o √© um ponto de partida mas um ponto de chegada.


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“Nunca se leu tanto jornal, hoje as pessoas leem jornal o dia todo.‚ÄĚ

Mesmo que a divulga√ß√£o de not√≠cias e informa√ß√Ķes migrem para as redes sociais, como est√° efetivamente acontecendo, por meio de curadoria, agrega√ß√£o dos conte√ļdos, ou editorias, resta a saber quem vai pagar pela gera√ß√£o das informa√ß√Ķes originais, e como. Aquelas que ser√£o divulgadas – posteriormente, pelos mecanismos sociais. Mais ou menos como estamos fazendo aqui, neste blog, meio revista que se propaga via Facebook e Twitter.
Veja a notícia, do jornal, abaixo:
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,meio-digital-amplia-audiencia-dos-jornais,1775863
Hoje, Google, Yahoo, Facebook e Microsoft (as grandes paltaformas que controlam a Internet/Web) ficam com o grosso das receitas publicitárias. Pouco vai para as empresas de jornalismo que ainda dependem das receitas off-line para gerar as notícias e seu contexto. E quando estas desaparecerem (as receitas)?

imprensa no lixo

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Livre pensar é só pensar. Mas é pecado.

Livre pensar √© s√≥ pensar, dizia Mill√īr.
Mas é pecado, dizem os rabinos utraortodoxos.
Desde tempos imemoriais a informa√ß√£o que permite o livre pensar desestrutura o estabelecido. Informa√ß√£o + pensar = poder. √Č luz (em termos b√≠blicos).
E dentre o estabelecido, ameaça o poder daqueles que se arvoram o monopólio da comunicação com o sobre-natural, com o além. Que é trevas (em termos bíblicos).
O controle pelas trevas n√£o √© monop√≥lio dos rabinos ultraortodoxos, mas √© compartilhado por todos que reinam sobre a ignor√Ęncia. E consequentemente lutam para preserv√°-la.
Tampouco a Internet/Web com seus aplicativos são um livro de sabedoria. Mas a informação Рtanto a certa como a errada -, correm soltas para serem pinçadas, escolhidas, e servirem de base para um pensar livre. Que de outra maneira, jamais seria livre. Jamais seria luz.

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,tentacoes-digitais,1758013

WhatsApp

 

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O desenho do design

 

 

jacob jensen

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quando falamos de arte, n√£o ficamos no terreno da teoria. A arte √© uma coisa feita, executada, que nos remete sempre a duas quest√Ķes b√°sicas e simples:

  • por que isto foi feito assim?
  • como isto foi feito assim?

Como alguma coisa foi representada e o que isto significa. Quando queremos falar de arte em produtos industriais, ou seja, quando queremos falar de design, o por que isto foi feito assim?, como a coisa foi representada, adquire uma dimens√£o nova pois a forma em produtos industriais significa a adequa√ß√£o da representa√ß√£o √† uma finalidade. Objetos industriais fazem alguma coisa √ļtil. N√£o d√° para falar de forma em produtos industriais sem pensarmos em por que esta forma se adequa ao fim utilit√°rio? Estamos falando de projeto. E a arte em projeto √© a arte do projeto, sem que isto seja, necessariamente, obra de arte.

http://www.nytimes.com/2015/05/22/business/jacob-jensen-designer-in-danish-modern-style-dies-at-89.html?_r=0

 

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O choro do nascimento

H√° 50 anos, Arno Penzias e Robert Wilson, os dois na foto, tentando entender o ru√≠do que contaminava as comunica√ß√Ķes telef√īnicas, com esta esp√©cie de r√°dio-telesc√≥pio, descobriram o “ru√≠do de fundo” – o eco do Big Bang, o choro do nascimento do Universo. Uma das constata√ß√Ķes cient√≠ficas do in√≠cio do Universo: o in√≠cio do espa√ßo/tempo, h√° cerca de 13 bilh√Ķes de anos.

ruído de fundo_w21mercurion

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Bisav√ī e bisav√≥

Ardipithecus ramidus – Viveu de 4,5 milh√Ķes a 4,2 milh√Ķes de anos atr√°s. Descoberto em 1992, na Etiopia.

http://ciencia.estadao.com.br/noticias/geral,brasileiro-reconstroi-em-3d-os-rostos-de-15-especies-de-hominideos,1664609

 

Ardipithecus ramidus - Viveu de 4,5 milhoes a 4,2 milhoes de anos atras. Descoberto em 1992, na Etiopia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Terra √† vista! – E suas convic√ß√Ķes.

Esta √© a Terra (Earth na foto), min√ļsculo ponto azul, vista de mais longe que o homem conseguiu chegar: depois de quase 40 anos de viagem de um sat√©lite observador (Projeto Voyager).

Vista da perspectiva da Via L√°ctea (nosso territ√≥rio maior), a nossa Terra n√£o √© sequer identific√°vel. Neste nosso territ√≥rio maior existem entre 100 e 400 bilh√Ķes de s√≥is, com bilh√Ķes planetas (estima-se em 60 bilh√Ķes de planetas habit√°veis), como a nossa Terra. E, existem bilh√Ķes de gal√°xias iguais ao nosso territ√≥rio maior, no Universo.

Olhando desta perspectiva, voc√™ ainda acha que as suas convic√ß√Ķes morais, sociais, pol√≠ticas e religiosas, s√£o verdades absolutas? Ou mesmo verdades?

A d√ļvida √© a forma maior da intelig√™ncia.

terra_voyager_w21mercurion

via_lactea_sol_w21mercurion

 

 

 

 

 

 

 

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via_lactea_sol_w21mercurion


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Bisav√ī e bisav√≥

Sahelanthropus tchadensis – Viveu de 7 milhoes a 6 milhoes de anos atr√°s. √Č o homin√≠deo mais antigo conhecido. Descoberto em 2001, no Chade.

http://ciencia.estadao.com.br/noticias/geral,brasileiro-reconstroi-em-3d-os-rostos-de-15-especies-de-hominideos,1664609

 

Sahelanthropus tchadensis - W21mercurion

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A informação não quer ser grátis/livre.

A arte de entretenimento foi do folk (arte popular, amadora) √† ind√ļstria cultural (broacasting) e desta √† comunica√ß√£o em rede, onde quem gosta: compartilha. Para milhares.
Poss√≠vel porqu√™ Internet/Web libertou os conte√ļdos dos seus suportes materiais: o CD, o cassete, o papel.
Compartilhar é um ato de produção cultural.
Mais:
Bens materiais s√£o diferentes de bens imateriais.
Conte√ļdos s√£o bens imateriais, onde, com a Internet/Web:
– copiar n√£o altera o original
Рo custo marginal de reprodução é zero
Bens imateriais (conte√ļdos) n√£o sofrem escassez: podem ser copiados e reproduzidos infinitamente.
Isto afeta dramaticamente o modelo de neg√≥cio da ind√ļstria de conte√ļdo: m√ļsica, jornalismo, fotografia, cinema, livros.
Dilema para quem vive disto. Mas inevit√°vel tecnologicamente.

http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,a-informacao-nao-quer-ser-gratis-imp-,1600427

 

a informa????o_w21mercurion

 

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