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The and I to a of my is that ou De a o e que do da

Zipf/Mandelbrot/Pareto
e a poética determinista
da linguagem.

zipf

https://www.youtube.com/watch?v=fCn8zs912OE

 

Conheça e curta a página da W21Mercurion no Facebook, onde assuntos ou temas que fazem parte (direta ou indiretamente) das nossas atividades: tecnologia, Internet, design, arte, fotografia, mídias sociais, mobile, tendências e comportamentos são citados a partir de fontes da Internet para formar um corpo coerente. Diferentes tempos, diferentes temas, diferentes fontes, conversando sincronicamente, organizados de forma singular mas permitindo uma leitura plural. Quase uma revista e possivelmente o mesmo conceito.
O conte√ļdo n√£o √© um ponto de partida mas um ponto de chegada.


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Paris, 17 de novembro de 2015

O tempo est√° mais do que sombrio esta noite: chuvisco, vento.

Na regi√£o Rep√ļblica – Oberkampf, o ambiente n√£o tem nada a ver com o resto de Paris.
Primeiro ponto de encontro: Pra√ßa da Rep√ļblica, onde muitas pessoas vieram para se reunir em torno da est√°tua no sop√© da qual foram depositadas velas, cartazes e flores. Tentam entender.

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Insólito: muitas, muitas equipes de TV (todos os países) estão presentes em tendas-abrigos.

 

 

 

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Na esquina da rue Bichat, de frente para o Hospital Saint-Louis, a mesma cena que na Praça de la  République, no le Petit Camboja e no le Carillon.

 

 

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Na região do Bataclan, os carros da polícia ainda estão presente (presumivelmente para colher pistas forenses).

img08Perto dali, no Boulevard Richard Lenoir, sempre a mesma cena: pessoas que se recolhem e tentam entender, depositam ou flores, ou velas ou pequenas mensagens, algumas pitorescas.

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Hoje à noite, era dia se manifestar, estar presente nos terraços dos cafés.

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Boa notícia, a maioria deles estavam completamente lotados.

Por: Michel Chantelard (avec permission)

 

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“Nunca se leu tanto jornal, hoje as pessoas leem jornal o dia todo.‚ÄĚ

Mesmo que a divulga√ß√£o de not√≠cias e informa√ß√Ķes migrem para as redes sociais, como est√° efetivamente acontecendo, por meio de curadoria, agrega√ß√£o dos conte√ļdos, ou editorias, resta a saber quem vai pagar pela gera√ß√£o das informa√ß√Ķes originais, e como. Aquelas que ser√£o divulgadas – posteriormente, pelos mecanismos sociais. Mais ou menos como estamos fazendo aqui, neste blog, meio revista que se propaga via Facebook e Twitter.
Veja a notícia, do jornal, abaixo:
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,meio-digital-amplia-audiencia-dos-jornais,1775863
Hoje, Google, Yahoo, Facebook e Microsoft (as grandes paltaformas que controlam a Internet/Web) ficam com o grosso das receitas publicitárias. Pouco vai para as empresas de jornalismo que ainda dependem das receitas off-line para gerar as notícias e seu contexto. E quando estas desaparecerem (as receitas)?

imprensa no lixo

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Me ame.

Em 05 de outubro de 1962 começava uma história que iria além do rock ou do POP.
Uma sintonia meio √ļnica entre a arte de consumo e as aspira√ß√Ķes de um p√ļblico jovem, j√° contaminado pelo germe da rebeldia, e sedento de uma identidade nova, diferente daquela dos que tinham mergulhado o mundo em 2 grandes guerras mundiais.
Al√©m do que, esta gera√ß√£o tinha dinheiro para bancar esta nova identidade. Os rapazes tinham o talento. A ind√ļstria do entretenimento, fez o resto.

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Eu n√£o tenho sido vil.

O Facebook é um ambiente idealizado onde cada um é o herói de si mesmo.

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Poema em linha reta

Fernando Pessoa
(√Ālvaro de Campos)


Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos t√™m sido campe√Ķes em tudo.

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido c√īmico √†s criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a ang√ļstia das pequenas coisas rid√≠culas,
Eu verifico que n√£o tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi sen√£o pr√≠ncipe – todos eles pr√≠ncipes – na vida…
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse n√£o um pecado, mas uma inf√Ęmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem h√° neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
√ď pr√≠ncipes, meus irm√£os,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Ent√£o sou s√≥ eu que √© vil e err√īneo nesta terra?

Poder√£o as mulheres n√£o os terem amado,
Podem ter sido traídos Рmas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.

 

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A juventude que esta brisa canta

A fotografia perturbadora do russo Andrew V. Pashis.

Andrew V. Pashis

 

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O que dizem estas imagens, sobre a mulher

100 anos de uso da imagem da mulher branca pela publicidade americana.
A mensagem publicitária sem o componente linguístico.
O que dizem estas imagens, sobre a mulher?
A cultura n√£o √© um sistema imotivado de significa√ß√Ķes.
De significa√ß√Ķes e comunica√ß√Ķes.
A significação depende tanto do emissor da comunicação, como do arsenal de leitura do receptor. Suas reservas (bancárias) de leitura.
Tudo, afinal, tem em maior ou menor grau, muitos sentidos.
Indo: do subjetivo ao social.
Do social ao subjetivo.
√Č como damos sentido √†s coisas.
O que dizem estas imagens, sobre a mulher?

Hank Willis Thomas
Jack Shainman Gallery – NY

1944

1944

 

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O que dizem estas imagens, sobre a mulher

100 anos de uso da imagem da mulher branca pela publicidade americana.
A mensagem publicitária sem o componente linguístico.
O que dizem estas imagens, sobre a mulher?
A cultura n√£o √© um sistema imotivado de significa√ß√Ķes.
De significa√ß√Ķes e comunica√ß√Ķes.
A significação depende tanto do emissor da comunicação, como do arsenal de leitura do receptor. Suas reservas (bancárias) de leitura.
Tudo, afinal, tem em maior ou menor grau, muitos sentidos.
Indo: do subjetivo ao social.
Do social ao subjetivo.
√Č como damos sentido √†s coisas.
O que dizem estas imagens, sobre a mulher?

Hank Willis Thomas
Jack Shainman Gallery – NY

1933

1933

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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100 anos de uso da imagem da mulher branca pela publicidade americana.
A mensagem publicitária sem o componente linguístico.
O que dizem estas imagens, sobre a mulher?
A cultura n√£o √© um sistema imotivado de significa√ß√Ķes.
De significa√ß√Ķes e comunica√ß√Ķes.
A significação depende tanto do emissor da comunicação, como do arsenal de leitura do receptor. Suas reservas (bancárias) de leitura.
Tudo, afinal, tem em maior ou menor grau, muitos sentidos.
Indo: do subjetivo ao social.
Do social ao subjetivo.
√Č como damos sentido √†s coisas.
O que dizem estas imagens, sobre a mulher?

Hank Willis Thomas
Jack Shainman Gallery – NY

1917

1917

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Anos rebeldes

Nos interessa os anos 60, quando a comunicação é massivamente unidirecional (predomínio da TV aberta com poucos canais, 3 ou 4 revistas/jornais com tiragem enorme e cobertura nacional).
A mídia de massa por excelência.
De uma maneira mais ou menos √ļnica de se comportar, surge uma gera√ß√£o rebelde, que contesta o estabelecido. A forma e o conte√ļdo do estabelecido. Modificando definitivamente a maneira de se sentir e pereceber as coisas.
Os anos 60 (no ocidente capitalista) mudaram o mundo.
Tudo muito diferentes dos tempos atuais onde a informa√ß√£o √© multidirecional. Onde eu compartilho, tu compartilhas, ….., eles compartilham.
Da mídia de massa para uma massa de mídias.
Que estética e comportamentos se produzirão a partir desta massa de mídias?

Janis Joplin - 1969

Janis Joplin – 1969

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