Arquivo da tag: Comunicação

“Nunca se leu tanto jornal, hoje as pessoas leem jornal o dia todo.”

Mesmo que a divulgação de notícias e informações migrem para as redes sociais, como está efetivamente acontecendo, por meio de curadoria, agregação dos conteúdos, ou editorias, resta a saber quem vai pagar pela geração das informações originais, e como. Aquelas que serão divulgadas – posteriormente, pelos mecanismos sociais. Mais ou menos como estamos fazendo aqui, neste blog, meio revista que se propaga via Facebook e Twitter.
Veja a notícia, do jornal, abaixo:
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,meio-digital-amplia-audiencia-dos-jornais,1775863
Hoje, Google, Yahoo, Facebook e Microsoft (as grandes paltaformas que controlam a Internet/Web) ficam com o grosso das receitas publicitárias. Pouco vai para as empresas de jornalismo que ainda dependem das receitas off-line para gerar as notícias e seu contexto. E quando estas desaparecerem (as receitas)?

imprensa no lixo

Conheça e curta a página da W21Mercurion no Facebook, onde assuntos ou temas que fazem parte (direta ou indiretamente) das nossas atividades: tecnologia, Internet, design, arte, fotografia, mídias sociais, mobile, tendências e comportamentos são citados a partir de fontes da Internet para formar um corpo coerente. Diferentes tempos, diferentes temas, diferentes fontes, conversando sincronicamente, organizados de forma singular mas permitindo uma leitura plural. Quase uma revista é possivelmente o mesmo conceito.
O conteúdo não é um ponto de partida mas um ponto de chegada.

 


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Nos limites do ôlho (2)

Imperdível.
No Museu da Casa Brasileira em São Paulo.

A arte OP (optical) que partindo dos conceitos intelectualizados do concretismo, incorporou o lúdico do POP e ganhou as ruas. Se tornando uma estética incorporada por todos.

OpArt_w21mercurion

 

Op Art

 

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Eu Cavo, Tu Cavas, Ele Cava, Nós Cavamos, Vós Cavais, Eles Cavam. Não é bonito, nem rima, mas é profundo…

barao de itarare_w21mercurion

 

 

 

 

 

 

 

 

O humor sarcástico, quase cruel, das frases do Barão de Itararé. Bem Brasil.
A vida seria trágica, se não fosse engraçada.
Ou seria: a vida seria engraçada se não fosse trágica?

http://www.revistabula.com/1557-40-frases-impagaveis-barao-de-itarare/

 

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O conteúdo não é um ponto de partida mas um ponto de chegada


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O que dizem estas imagens, sobre a mulher

100 anos de uso da imagem da mulher branca pela publicidade americana.
A mensagem publicitária sem o componente linguístico.
O que dizem estas imagens, sobre a mulher?
A cultura não é um sistema imotivado de significações.
De significações e comunicações.
A significação depende tanto do emissor da comunicação, como do arsenal de leitura do receptor. Suas reservas (bancárias) de leitura.
Tudo, afinal, tem em maior ou menor grau, muitos sentidos.
Indo: do subjetivo ao social.
Do social ao subjetivo.
É como damos sentido às coisas.
O que dizem estas imagens, sobre a mulher?

Hank Willis Thomas
Jack Shainman Gallery – NY

1933

1933

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Nos limites do ôlho

Imperdível.
No Museu da Casa Brasileira em São Paulo.

A arte OP (optical) que partindo dos conceitos intelectualizados do concretismo, incorporou o lúdico do POP e ganhou as ruas. Se tornando uma estética incorporada por todos.

OpArt_w21mercurion

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O que dizem estas imagens, sobre a mulher?

100 anos de uso da imagem da mulher branca pela publicidade americana.
A mensagem publicitária sem o componente linguístico.
O que dizem estas imagens, sobre a mulher?
A cultura não é um sistema imotivado de significações.
De significações e comunicações.
A significação depende tanto do emissor da comunicação, como do arsenal de leitura do receptor. Suas reservas (bancárias) de leitura.
Tudo, afinal, tem em maior ou menor grau, muitos sentidos.
Indo: do subjetivo ao social.
Do social ao subjetivo.
É como damos sentido às coisas.
O que dizem estas imagens, sobre a mulher?

Hank Willis Thomas
Jack Shainman Gallery – NY

1917

1917

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Anos rebeldes

Nos interessa os anos 60, quando a comunicação é massivamente unidirecional (predomínio da TV aberta com poucos canais, 3 ou 4 revistas/jornais com tiragem enorme e cobertura nacional).
A mídia de massa por excelência.
De uma maneira mais ou menos única de se comportar, surge uma geração rebelde, que contesta o estabelecido. A forma e o conteúdo do estabelecido. Modificando definitivamente a maneira de se sentir e pereceber as coisas.
Os anos 60 (no ocidente capitalista) mudaram o mundo.
Tudo muito diferentes dos tempos atuais onde a informação é multidirecional. Onde eu compartilho, tu compartilhas, ….., eles compartilham.
Da mídia de massa para uma massa de mídias.
Que estética e comportamentos se produzirão a partir desta massa de mídias?

Janis Joplin - 1969

Janis Joplin – 1969

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toda censura e burra_w21mercurion

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o piro cego e o que nao quer ver