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Propaganda anos 50 e 60.

…. na cozinha, trocando idéias com os amigos. Isto é legal ….. e pede uma Budweiser.

Anos clássicos.
Quando a comunicação era massivamente unidirecional (predomínio da TV aberta com poucos canais, 3 ou 4 revistas com tiragem enorme e cobertura nacional).
Situação completamente diferente da do momento atual onde as plataformas digitais estáo desconstruindo a unidirecionalidade da comunicação (Facebook, Twitter, email, YouTube).
Isto certamente influencia/modifica a estática/as formas possíveis.

propaganda anos 50 60_w21mercurion

 

Conheça e curta a página da W21Mercurion no Facebook, onde assuntos ou temas que fazem parte (direta ou indiretamente) das nossas atividades: tecnologia, Internet, design, arte, fotografia, mídias sociais, mobile, tendências e comportamentos são citados a partir de fontes da Internet para formar um corpo coerente. Diferentes tempos, diferentes temas, diferentes fontes, conversando sincronicamente, organizados de forma singular mas permitindo uma leitura plural. Quase uma revista é possivelmente o mesmo conceito.
O conteúdo não é um ponto de partida mas um ponto de chegada.


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O que dizem estas imagens, sobre a mulher?

100 anos de uso da imagem da mulher branca pela publicidade americana.
A mensagem publicitária sem o componente linguístico.
O que dizem estas imagens, sobre a mulher?
A cultura não é um sistema imotivado de significações.
De significações e comunicações.
A significação depende tanto do emissor da comunicação, como do arsenal de leitura do receptor. Suas reservas (bancárias) de leitura.
Tudo, afinal, tem em maior ou menor grau, muitos sentidos.
Indo: do subjetivo ao social.
Do social ao subjetivo.
É como damos sentido às coisas.
O que dizem estas imagens, sobre a mulher?

Hank Willis Thomas
Jack Shainman Gallery – NY

sobre amulher_w21mercurion

 

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toda censura e burra_w21mercurion

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o piro cego e o que nao quer ver

Ladeira a baixo

De 1950 Até hoje, a população dos EUA dobrou de tamanho e viu sua economia crescer 7 vezes. A receita dos jornais, neste mesmo período, retornou aos mesmos níveis de 1950. O grosso da queda ocorreu nos últimos 5 anos. Desde o advento da Internet/Web e das redes sociais, como mídia, ou pelo menos, como plataforma da comunicação. Isto quebra fundamentalmente 2 coisas:
1. A amarração que sustentava o modelo de negócio da Grande Imprensa: o conteúdo aliado ao suporte físico que garantia a distribuição ( o papel impresso );
2. O modelo centralizado de definição de como e qual informações seria veiculada.
A Internet/Web e as redes sociais, permitem que um conteúdo seja reproduzido infinitamente e distribuído por qualquer um, a qualquer hora. Levando a segmentação do conteúdo a níveis nunca antes imaginados. Em tese, você recebe o conteúdo que você quer, selecionado e recomendado por alguém em quem você confia.
Em tese, porque na prática, ainda, recebemos um conteúdo sem procedência, descontextualizado, de pessoas não qualificadas para tanto. A qualificação do conteúdo, e sua contextualização, ainda ?? a função da Imprensa, que pelo visto, não terá receita para continuar exercendo este papel.

http://www.slate.com/blogs/moneybox/2014/04/28/decline_of_newspapers_hits_a_milestone_print_revenue_is_lowest_since_1950.html

Jornal impresso_w21mercurion

 

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Quem vai dar a notícia? E qual notícia?

Mesmo que a divulgação de notícias e informações migrem para as redes sociais, como está acontecendo, por meio de curadoria, agregação dos conteúdos, ou editorias, resta a saber quem vai pagar pela geração das informações originais, e como. Aquelas que serão divulgadas – posteriormente, pelos mecanismos sociais. Mais ou menos como estamos fazendo aqui, neste blog, meio revista que se propaga via Facebook e Twitter.
Hoje, Google, Yahoo, Facebook e Microsoft ficam com o grosso das receitas publicitárias. Pouco vai para as empresas de jornalismo que ainda dependem das receitas off-line para gerar as notícias e seu contexto. E quando estas desaparecerem (as receitas)?

quem vai dar a not??cia_w21mercurion

 

 

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7 tendências de marketing que as empresas não podem ignorar

O marketing democratizou-se porque com o advento da Internet/Web e das redes sociais, as mídias mudaram de mídias de massa para uma massa de mídias.
Para atender ?? fragmentação das mídias ?? necessário cobrir os seguintes aspectos:

1. conteúdo relevante

2. Marketing no celular Рa informa̵̤es no bolso (ou na bolsa)

3. Integração e correspondência entre as diferentes mídias (site, blog, mecanismos de busca, redes sociais, displays em portais de conteúdo, diferentes peças do marketing offline tradicional)

4. Marketing nas redes sociais

5. O marketing contemporâneo – pela fragmentação das mídias, precisa ser contínuo: 365 dias, 24 horas por dia

6. O conteúdo precisa ser relevante logo o marketing tem que ser personalizado (segmentado)

7. Seja visualmente atraente, no mundo digital (ou possivelmente desde que nos tornamos humanos), ?? o visual que captura (na maior parte dos casos).

 

http://www.jeffbullas.com/2013/07/16/marketing-trends-you-should-not-ignore/#DvfU42iFr1Rkso0w.99

marketing movel_w21mercurion

Da mídia de massa, para uma massa de mídias

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Nàs estamos acostumados a pensar que um punhado de jornais e um conjunto mínimo de redes de TV e rádio (concedidos pelo Estado de forma corrupta), como o estado natural da mídia de massa. Alguns se responsabilizando pelas versães e distribuição do fato.
Mas e se isto for apenas um acidente histórico? Apenas uma maneira econômica de se distribuir a informação em larga escala? Própria a um determinado momento tecnológico.
Na aldeia global, se olharmos para três no tempo, no tempo em que se vivia efetivamente em aldeias, o centro da geração e divulgação da informações, era a taberna, o café. Onde informações e idéias eram compartilhadas e cada um se apropriava do fato e dava a ela, o seu viés. Uma comunicação social, multi-direcional, “remix”.
A taberna, o café, das aldeias, eram os blogs, os twitters, os facebooks da época. Não a mídia de massa.
A Internet/Web na medida em que “desintermediatiza” a necessidade da infraestrutura da comunicação de massa (o jornal, a revista, o rádio, a TV – enquanto suporte da informações), está recontruindo a aldeia, agora em âmbito global.
Não uma comunicação de massa, mas uma massa de comunicações. Cada uma com o seu viés.

http://paidcontent.org/2013/05/11/back-to-the-future-what-if-the-mass-media-era-was-just-an-accident-of-history/

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Re-inventando revistas na era digital

revistas digitais_w21mercurion

A mídia impressa ?? possivelmente a que mais vem sendo desafiada pela Revolução digital.
A Internet/Web está transformando as mídias de massa numa massa de mídias.
De algo que era mono-direcional, de ampla tiragem (que integrava economicamente o conteúdo com o suporte impresso), de propriedade de grandes conglomerados editoriais, para:
– algo de baixo custo
– produzido por qualquer um
– atualizado de modo cont??nuo
Рcom acesso de qualquer lugar por qualquer interface (rompendo a rela̤̣o econ??mica conte̼do/suporte)
– interativo com v??deo e ??udio
– cujo modelo de distribuição está calcado no compartilhamento-
– pluri-direcional
– fragmentado

A partir de apresenta????o da KPCB/Mary Meeker


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Quanto custa a notícia?

midia_w21mercurion

Os meios digitais como: e-mail, Facebook, Twitter, Flipboard, e outros, representam uma democratização da distribuição da informações na medida em que separam a “notícia” da plataforma de distribuição.
Plataforma que ?? o papel, o parque gráfico, a produção de alto custo – do jornal e da revista. A infraestrutura, a produção e a concess??o (frequentemente Política) do rádio e da TV.
Estas mídias jamais foram remuneradas pela veicula????o da notícia, mas pelo pacote (notícia+entretenimento geral+distribuição). Cujo custo ?? largamente sustentado pela propaganda que requer público amplo e conteúdo raso. condições economicamente vi??veis do ecossistema.
Os meios digitais quebram este círculo vicioso. Embora os modelos e produtos, hoje disponíveis neste novo formato, ainda sejam prec??rios.

http://gigaom.com/2012/05/30/is-forbes-the-model-for-a-digital-first-media-entity/

 

 


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